Saudades das coisas bestas, que são sempre as que doem mais.
De quando jurava que havia um funcionário anão dentro do caixa eletrônico.
De quando palavrão era “Caracas” ou sua sonora derivação “Carácolis!”
De quando acreditava que havia uma lua e um sol para cada cidade.
De quando inconstitucionalissimamente era a maior palavra do mundo.
De quando minha mãe deixava eu abrir o yakult no meio do supermercado.
Deus sabe como queria passar por isso de novo. Não do mesmo jeito, claro.
Dessa vez daria uma atenção especial às coisas antes sem importância.
Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue.
Saudade são momentos que se foram e que na maioria das vezes não voltarão.
Saudade de sentir o que sentiu.
Ver o que se viu.
Ter o que se teve.
Querer o que se quiz.
Saudade.
Saudade da adolescência e da incoseqüência.
Saudade de amores.
Dos desamores.
Saudades.
De tudo que passou e foi bom.
De tudo que foi ruim e se aprendeu.
Dos momentos, dos encontros, dos dias, horas e minutos.
Saudade daquela viagem longa.
A viagem com amor.
O beijo, o olhar, o abraço.
Saudade.
Sentir saudade ao contrário é colocar a carroça na frente dos bois, a prorrogação antes do tempo normal, o amém antes do em nome do pai.
É o rapaz que na véspera de sua amada partir, fica em casa chorando.
Ao invés de aproveitar os últimos instantes ao lado da pessoa querida.
Mas pensando bem, não é algo tão difícil assim de se entender.
Porque sinceramente, acho que nada dói tanto quanto a consciência de se dar o último beijo, o último abraço ou fazer a última declaração de amor.
André Muhle
Thiago Aquino

Perguntar diariamente a 150 milhões de brasileiros o que assistiram na TV no decorrer do dia seria praticamente impossível, além de muito caro e trabalhoso. Por isso, as empresas que fazem pesquisa, os institutos de pesquisa, trabalham com amostras. Não de produtos, mas de pessoas. Escolhem, em cada cidade, um grupo especialmente definido para representar toda a população da cidade que está sendo estudada.


exibir o seu comercial de várias formas diferentes:
de inserções com freqüência, e audiência com alcance. Número de inserções é a quantidade de vezes que o comercial vai passar na TV. É uma característica associada ao comercial. Freqüência é o número de vezes que cada pessoa teve a oportunidade de ver o comercial. A freqüência está associada ao público-alvo. Audiência média é o número médio de pessoas que assistem a cada exibição do programa, portanto é uma característica do programa de TV.